A falta de ciclovias e de estrutura adequada em São Luís expõe ciclistas a riscos diários no trânsito. Sem uma malha conectada para circulação, quem usa a bicicleta na capital precisa dividir espaço com carros, desviar de obstáculos e enfrentar insegurança ao longo do percurso.
Para tentar reduzir os perigos, ciclistas adotam medidas de proteção antes de sair de casa. Lanterna dianteira e traseira, luvas, capacete e óculos fazem parte da rotina de quem pedala na cidade.
A luz traseira ajuda a sinalizar a presença do ciclista aos motoristas. Já as luvas protegem as mãos em caso de queda, enquanto o capacete é apontado como item essencial para evitar ferimentos mais graves.
Mesmo com os equipamentos, o risco continua. Duas vezes por semana, grupos de ciclistas se reúnem para pedalar por São Luís e percorrem, em média, entre 45 e 50 quilômetros por saída.
O que deveria representar saúde, lazer e mobilidade também exige atenção redobrada diante das dificuldades encontradas no caminho. A insegurança, segundo ciclistas, faz parte da rotina de quem usa a bicicleta na capital.
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